Venda de apartamentos no Itaim Bibi, Vila Olímpia, Moema, Brooklin e Campo Belo.
Trabalho com apartamentos na zona sul de São Paulo, dos dois lados da mesa: quem precisa vender e quem está procurando onde morar. O trabalho é o mesmo em essência — entender o que a pessoa realmente precisa antes de mostrar qualquer coisa.
É gratuita e não gera nenhum compromisso de exclusividade comigo. Se no fim você decidir não vender, ou vender por conta própria, tudo bem — você fica com o número na mão de qualquer jeito.
Vinte minutos por telefone ou WhatsApp. Metragem, andar, vaga, estado de conservação, condomínio e — o mais importante — em quanto tempo você precisa vender.
Levanto o que foi efetivamente vendido no seu prédio e nos prédios vizinhos, não só o que está anunciado. Preço pedido e preço fechado costumam ser coisas diferentes, e é a segunda que importa.
Você recebe uma faixa, não um número solto: quanto o imóvel deve alcançar em uma venda tranquila, e quanto em uma venda rápida. Com o tempo estimado de cada cenário.
Se fizer sentido seguir comigo, montamos o plano de divulgação — sem exclusividade e sem contrato de amarração. Se não fizer, o estudo é seu do mesmo jeito.
Atuo em uma área concentrada de propósito. Corretor que atende a cidade inteira não conhece prédio nenhum a fundo — e no fim é o prédio, não o bairro, que define o preço.
Proximidade com o eixo corporativo da Faria Lima e da JK. Alta demanda de locação e boa liquidez na revenda.
Perfil mais novo e vertical, com forte oferta de lançamentos e apartamentos compactos.
Bairro consolidado e arborizado, com plantas maiores e público que costuma comprar para morar por muitos anos.
Mistura de ruas residenciais tranquilas com a região da Berrini. Boa relação entre metragem e preço.
Vizinho ao aeroporto de Congonhas, com prédios de gabarito baixo e um perfil residencial mais reservado.
Depende muito mais do preço do que do imóvel. Um apartamento anunciado dentro da faixa de mercado da região costuma atrair visitas nas primeiras semanas; um anunciado acima pode ficar meses parado e, pior, "queimar" — quando o anúncio envelhece nos portais, compradores passam a supor que há algo errado.
Por isso o preço inicial é a decisão mais importante do processo, e é onde vale gastar tempo antes de anunciar.
Em linhas gerais: matrícula atualizada do imóvel, IPTU do ano, declaração de quitação do condomínio, documentos pessoais dos proprietários (e certidão de casamento, quando for o caso) e as certidões negativas que o comprador ou o banco solicitarem.
Se houver financiamento em aberto, inventário, usufruto ou divergência entre a planta e a matrícula, a lista muda — e é melhor descobrir isso no começo do que na semana da assinatura. Eu levanto essa checagem logo na primeira conversa.
A comissão de intermediação em venda residencial em São Paulo costuma ficar em torno de 6% sobre o valor da venda, seguindo a tabela de referência do CRECI-SP, e é paga pelo vendedor no fechamento — nunca antecipadamente.
O percentual não é tabelado por lei: é acordado entre as partes e deve estar escrito antes de qualquer anúncio. Desconfie de quem não coloca isso no papel.
Não. Eu trabalho com gestão de venda sem exclusividade — você não assina nada que te prenda, não fica impedido de falar com outros corretores e não paga nada se a venda não acontecer por mim. A comissão só existe se eu fechar o negócio.
Em troca, peço uma coisa só: que o preço anunciado seja o mesmo em todos os lugares. Quando o mesmo apartamento aparece por valores diferentes, o comprador entende que há muita margem para negociar, e quem perde dinheiro nisso é você.
Reforma pesada raramente se paga na venda. O que se paga quase sempre é o básico: pintura, reparos pequenos, iluminação, limpeza pesada e reduzir a quantidade de móveis e objetos. Um apartamento vazio demais também não ajuda — o comprador precisa conseguir imaginar a vida dele ali.
Comparando com vendas concretizadas em prédios semelhantes na mesma região, ajustando por andar, face, vagas, metragem útil, estado de conservação e valor do condomínio. Índices gerais de mercado servem de contexto, mas não decidem o preço de um apartamento específico — dois imóveis no mesmo quarteirão podem ter valores por metro quadrado bem diferentes.
Se for vender, mande o endereço e a metragem. Se for comprar, mande a região e a faixa de valor. Já começo o trabalho a partir daí.